quarta-feira, 28 de maio de 2008

mUTAÇAO GÉNETICA








BERRAÇOES HUMANAS












ATENÇAO! TIRE AS CRIANÇAS DA FRETE DO COMPUTADOR AS POSTAGENS A SEGUIR CONTEM IMAGENS FORTES.








Mutações Gênicas:





As mutações gênicas são responsáveis por alterações nos genes e nas proteínas, determinando, muitas vezes, a formação de novas proteínas ou alterando a acção de enzimas importantes no metabolismo. Alteram a sequência de nucleótidos de um gene (alteram uma ou mais bases do DNA), o que afectará a leitura durante a replicação ou durante a transcrição. Constitui-se assim um alelo, uma nova versão, do gene alterado.Mutações cromossómicas:Também chamadas de aberrações cromossómicas, são alterações na estrutura ou no número de cromossomas normal da espécie. Podem ocorrer nos autossomas ou em cromossomas sexuais. Podem provocar anomalias e mal formações no organismo ou até a inviabilidade dele.



Mutações cromossómicas



EstruturaisProvocam alterações na estrutura dos cromossomas, podendo ocasionar a perda de genes, a leitura duplicada ou erros na leitura de um ou mais genes. Podem acontecer por delecção, duplicação, translocação ou inversão de partes de cromossomas.→ Mutações cromossómicas NuméricasProvocam alterações no número típico de cromossomos da espécie (cariótipo).Aneuploidias - os erros envolvem apenas determinado par de cromossomos. Formam-se indivíduos cujas células possuem: um cromossoma a menos (monossomia); um cromossoma a mais (trissomia), dois ou mais cromossomas a mais (polissomia) ou sem os dois cromossomas de um determinado par (nulissomia).Poliploidias – os erros multiplicam o conjunto de todos os cromossomas. Formam-se indivíduos cujas células possuem múltiplos de n cromossomas: 3n (triplóides), 4n (tetraplóides)…→ Trissomia 21 (Síndrome de Down):




Esta síndrome engloba várias alterações genéticas das quais a trissomia do cromossoma 21 é a mais frequente (95% dos casos). A trissomia 21 é a presença duma terceira cópia do cromossoma 21 nas células dos indivíduos afectados. Outras desordens desta síndrome incluem a duplicação do mesmo conjunto de genes. Dependendo da efectiva etiologia, a dificuldade na aprendizagem pode variar de mediana para grave.Os efeitos da cópia extra variam muito de indivíduo para indivíduo, dependendo da extensão da cópia extra, do background genético, de factores ambientais, e de probabilidades. A Síndrome de Down pode ocorrer em todas as populações humanas, e efeitos análogos foram encontrados em outras espécies como chimpazés e ratos. Muito raramente, uma região do Cromossoma 21 poderá sofrer uma fenómeno de duplicação. Isto levaria a uma quantidade extra de genes deste cromossoma, mas não de todos, podendo assim haver manifestações da doença.
Trissomia 18 (Síndrome de Edwards):






A Síndrome de Edwards ou trissomia do 18 consiste na presença de uma cópia extra do autossoma 18, trazendo como principais conseqüências atraso mental e crescimento reduzido.As manifestações da trissomia do 18 sempre incluem retardamento mental e atraso do crescimento e, às vezes, más formações graves no coração. O crânio é excessivamente alongado na região occipital. O pavilhão das orelhas é dismórfico, com poucos sulcos. A boca é pequena; o pescoço é curto; há uma grande distância intermamilar; os genitais externos são anômalos; o dedo indicador é maior do que os outros e flexionado sobre o dedo médio; os pés têm as plantas arqueadas e as unhas costumam ser hipoplásticas. A incidência dessa trissomia, a segunda de maior ocorrência, corresponde à cerca de 1/8000 recém-nascidos. Durante a gravidez a incidência é muito mais elevada, mas cerca de 95% das gravidezes com trissomia 18 evoluem para abortos espontâneos. A taxa de sobrevivência durante vários meses é baixíssima (5 a 10% sobrevivem ao primeiro ano) apesar de já terem sido registrados casos de adolescentes com 15 ou mais anos. Na literatura observa-se discreta predominância nos indivíduos do sexo feminino.Toda mulher, independente da idade, tem risco de ter um risco cromossômico em seu feto. Para avaliar o risco de cromossomopatia é necessário analisar uma série de fatores que dependem da idade materna, idade gestacional e histórico prévio de anomalias cromossômicas. Quanto maior a idade materna, maior o risco de defeitos cromossômicos; porém, quanto mais tardia a idade gestacional, menor o risco, devido a maior chance de fetos com anomalias cromossômicas morrerem intra-útero ao primeiro trimestre. O fenótipo dessa trissomia autossômica, tal como o da trissomia 21, pode resultar de uma variedade de cariótipos raros, em vez de uma trissomia completa. Cerca de 80% dos casos são devidos a uma translocação envolvendo quase todo o cromossoma 18, o qual pode ser herdado ou adquirido de novo a partir de um progenitor transportador. Estudos recentes demonstram que, na maior parte dos casos (85%), o erro ocorre na disjunção cromossômica da meiose materna, e somente 15% da meiose paterna. A trissomia também pode estar presente na forma de mosaico, apresentando uma expressão variável, mas geralmente de tipo médio. Apesar da região crítica do cromossomo 18 responsável por essa trissomia ainda não estar identificada, já se sabe que a trissomia de todo o braço longo produz um fenótipo característico da trissomia.
Trissomia 13 (Síndrome de Patau):






É um caso de malformações múltiplas num neonato, sendo trissômico para o cromossomo 13. Tem como causa a não disjunção dos cromossomas durante a anáfase 1 da mitose, gerando gametas com 24 cromátides. Cerca de 20% dos casos resultam de uma translocação não-balanceada.A sua incidência foi estimada em cerca de 1 caso para 6000 nascimentos. Aproximadamente 45% dos afectados falecem após 1 mês de vida; 70%, aos 6 meses e somente menos de 5% dos casos sobrevivem mais de 3 anos. A maior sobrevida relatada na literatura foi a de 10 anos de idade.Assim como a maioria das outras trissomias, associa-se à idade materna avançada, por estarem mais propícias a ocorrência da não disjunção dos cromossomas. A idade da mãe é superior a 35 anos em 40% dos casos.A trissomia tem origem do óvulo feminino, pelo fato da fêmea maturar geralmente apenas um ovócito, em antagonismo com o macho, que matura milhões de espermatozóides. Gametas masculinos portadores de alterações numéricas cromossômicas tem menor viabilidade que gametas normais, sendo mínimas as possibilidades de um gameta masculino com 24 cromátides fecundar um ovócito.
→ Trissomia Heterossómica (Síndrome de Klinefelter):
A SK é causada por uma variação cromossômica envolvendo o cromossomo sexual. Este cromossomo sexual extra (X) causa uma mudança característica nos meninos. Todos os homens possuem um cromossomo X e um Y, mas ocasionalmente uma variação irá resultar num homem com um X a mais, esta síndrome é muitas vezes escrita como 47 XXY. Metade dos casos resulta de erros na meiose I paterna, um terço de erros na meiose I materna e os demais de erros na meiose II ou de um erro mitótico pós-zigótico levando a mosaico. A idade da mãe é elevada nos casos associados a erros na meiose I materna, mas não nos outros casos (JACOBS et al., 1988).Até 1960 o diagnóstico era feito através de exame histológico dos testículos que, mesmo após a puberdade, revelava ausência de células germinativas nos canais seminíferos. Atualmente a identificação dos Klinefelter é assegurada pelo cariótipo e pela pesquisa da cromatina sexual, através de um exame feito com uma amostra de sangue.As estatísticas mostram que a cada 500 nascimentos é encontrado um menino com a síndrome.
→ Síndrome de Turner – Aneuploidia (monossomia) heterossómica:






A Síndrome de Turner é uma anomalia sexual cromossômica, cujo cariótipo é 45, X, sendo portanto, encontrada em meninas.A Síndrome de Turner, ao contrário de outras aneuploidias dos cromossomos sexuais, é identificada ao nascimento ou antes da puberdade por suas características fenotípicas distintivas.A incidência do fenótipo da Síndrome é de cerca de 1 em 5000 meninas nativivas.A constituição cromossômica mais constante é 45, X sem um segundo cromossomo sexual, X ou Y. Contudo, 50% dos casos possuem outros cariótipos. Um quarto dos casos envolve cariótipos em mosaico, nos quais apenas uma parte das células é 45, X.Fenótipo:-baixa estatura;-disgenesia gonadal;-fácies incomum típica;-pescoço alado;-linha posterior de implntação dos cabelos baixa;-tórax largo com mamilos amplamente espaçados;-frequencia elevada de anomalias renais e cardiovasculares.Ao nascimento, os bebês têm, muitas vezes, edema do dorso do pé, um sinal diagnóstico útil. Muitas pacientes apresentam coarctação da aorta. Linfedema pode estar presente na vida final. A inteligência costuma ser média ou acima da média.Essa anormalidade é responsável por 18% dos abortos espontâneos cromossomicamente anormais e está presente numa proporção estimada em 1,5% dos conceptos. O único X é de origem materna; noutras palavras, o erro meiótico costuma ser paterno.


Causas das Mutações:




As mutações podem ocorrer espontaneamente na Natureza ou serem induzidas por exposição a agentes físicos e químicos (agentes mutagénicos). Estes podem ser:Físicos – raios X, radiação alfa, beta e gama e raios ultravioletaQuímicos – colquicina, gás mostarda, nitrosaminas, constituintes do fumo do tabaco…As células possuem a capacidade de reparar muitos dos erros do DNA causados pelos agentes mutagénicos. Quando o equilíbrio entre a mutagénese e a reparação se rompe surge a mutação. As mutações espontâneas ocorrem com uma frequência muito reduzida A exposição a agentes mutagénicos é, em alguns casos, natural e inevitável, como a exposição a fontes naturais de radiação solar e à radioactividade de minerais, mas a intensidade com que atingem os organismos provoca um baixo número de mutações.A exposição a estes agentes pode também ser deliberada:- Para fins médicos (Ex: raios X);- Por hábitos (alimentares ou outros);- Com fins bélicos (Ex: gás mostarda, armas nucle


MENINA COM SEIS PERNAS
Uma menina indiana, nascida com quatro braços e quatro pernas será submetida, amanhã, a uma cirurgia que durará cerca de 40 horas. Os médicos tentarão lhe dar uma chance de ter uma vida normal.

Lakshmi Tatma tem dois anos, o nome da menina é de origem Hindu, e significa "deusa da riqueza, que tem quatro braços". Quando nasceu, em uma família pobre do Estado indiano de Bihar, ela foi considerada "enviada de Deus".A cirurgia irá exigir o que existe de mais moderno nas técnicas cirurgicas para separar o resto do corpo de Lakshmi.

Veja fotos
Sem a operação, que será feita no Narayana City, nos arredores de Bangalore, Lakshmi teria poucas chances de sobrevivência além da adolescência.
POSTADO POR: ERYCK ROBSON

terça-feira, 27 de maio de 2008

Coelhos



  1. CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA: Reino: Animalia Filo: Chordata Subfilo: Vertebrata Classe: Mammalia Ordem: Lagomorpha Família: Leporidae INFORMAÇÕES IMPORTANTES: Os coelhos são animais mamíferos
    Podemos encontrar esta espécie animal em várias regiões do mundo
    São herbívoros, ou seja, alimentam-se de folhas, caules, raízes e alguns tipos de grãos
    Um coelho saudável, em boas condições de vida, pode viver entre 5 e 10 anos
    Uma fêmea, em fase reprodutiva, pode dar de 3 a 6 ninhadas por ano. Em cada ninhada podem nascer de 3 a 12 filhotes.
    Nas matas e florestas, vivem em buracos ou em tocos de árvores
    Os coelhos que vivem nas matas (coelho selvagem) tem hábitos noturnos. Para fugir de seus predadores, procuram alimentos dutante a noite. Já os coelhos domésticos possuem hábitos noturnos e diurnos
    CARACTERÍSTICAS PRINCIPAIS:
    Comprimento: varia de acordo com o gênero (raça) do animalGestação: 30 a 40 diasCor: diversificada, porém as mais comuns são preto, branco, malhado, amarelado e acastanhadoPeso: varia de acordo com a raça ( de 2 kg até 9 kg). A maioria das raças tem por volta de 3 a 4 kilos na fase adulta.
    Vc ta esperando oque? fasa igual a mim adote um
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segunda-feira, 26 de maio de 2008

O ser humano


O ser humano pode ser definido em termos biológicos, sociais e consciência. Biologicamente, os humanos são classificados como a espécie Homo sapiens (latim para homem sábio, homem racional), um primata bípede pertencente à superfamília Hominoidea juntamente com outros símios: chimpanzés, bonobos, gorilas, orangotangos e gibões, além de outras espécies actualmente extintas. O Homo sapiens também pertence à família hominidae, família à qual também pertence o chimpanzé e outros.
Os humanos adoptam uma postura erecta que possibilita a libertação dos membros anteriores para a manipulação de objectos, possuem um cérebro bem desenvolvido que lhes proporciona as capacidades de raciocínio abstracto, linguagem e introspecção.
A mente humana tem vários atributos distintos. É responsável pela complexidade do comportamento humano, especialmente a linguagem. A curiosidade e a observação científica levaram ao aparecimento de uma variedade de explicações para a consciência e a relação entre o corpo e a mente. A Psicologia (especialmente a Neuropsicologia) tenta estudar estas manifestações e relações sob o ponto de vista científico. As perspectivas religiosas geralmente enfatizam a existência de uma alma como sendo a essência do ser, normalmente associada à crença e adoração de Deus, deuses ou espíritos. A Filosofia tenta sondar as profundezas de cada uma destas perspectivas. A Arte, a Música e a Literatura são muitas vezes usadas como forma de expressão deste conceitos e sentimentos.
O ser humano é uma espécie eminentemente social. Criam estruturas sociais complexas, compostas de muitos grupos cooperantes e competidores. Estas estruturas variam desde as nações até ao nível da família, desde a comunidade até ao eu. A tentativa de compreender e manipular o mundo à sua volta, possibilitou aos humanos desenvolverem tecnologia e ciência como um projecto comum e não individual. Estas instituições levaram ao aparecimento de artefactos partilhados, crenças, mitos, rituais, valores e normas sociais que, no conjunto, formam
Autor: Erick Robson

CURIOSIDADE


Herbicidas podem ser causa de animais bicéfalos
O nascimento de animais com má formação genética ainda causa espanto nas pessoas pelos impressionantes tipos de deformações. Em localidades mais distantes, acredita-se que o animal possa trazer má sorte à região. Mas para a professora Maria Lúcia Zaidan, que trabalha na área de patologia da Universidade de São Paulo (USP), um dos fatores que podem causar essas anomalias são os herbicidas.
» Veja mais fotos » Quênia: fazenda cria animais deformados» SP: bezerra nasce com duas cabeças» Bolívia: nasce bezerra de duas cabeças
Zaidan afirma que durante a fase fetal ocorre uma proliferação celular na área em que os tecidos estão se formando. "Em algumas ocasiões, um agente tóxico pode interferir no desenvolvimento do embrião, gerando um animal com má formação genética."
"Colocar herbicida no pasto pode intoxicar o alimento que será ingerido pelo animal, e, neste caso, também depende da quantidade de substâncias tóxicas presentes na comida e quanto o animal se alimentou."
Mas a professora é cautelosa ao elencar as possíveis causas para as anomalias e afirma que outros fatores podem ser os causadores do defeito, além dos herbicidas. "A deformidade no animal também pode ser de natureza hereditária, funcional, metabólica e comportamental", informou.
Segundo a professora, uma pequena porcentagem de anomalias ocorre por causa de um mau cruzamento antes da reprodução. "Muitas vezes são deficiências hereditárias adquiridas geneticamente, mas a falta de nutrientes saudáveis na alimentação do animal também pode ser um fator determinante", destacou.
Sobre a possibilidade de o animal sobreviver com a anomalia, ela explicou que depende muito do tipo de má formação, já que existem vários exemplos de problemas genéticos. "Existem defeitos compatíveis e as incompatíveis com a vida. Em algumas delas, o animal pode sobreviver e se adaptar à vida com o seu defeito".
No caso da criação de gado, Zaidan explicou que geralmente acontece o sacrifício, por "menor que seja" o problema, e "mesmo que o animal seja saudável", para futuramente não trazer problemas à reprodução.
Redação Terra

CURIOSIDADES 2



Rã com seis patas nasce em MG


Animal nasceu há dois meses em universidade, mas defeito só foi detectado há um mês.Professores da Universidade de Uberaba (Uniube, em Minas Gerais) se surpreenderam ao notar que um rã nascida na instituição tem seis patas. Segundo o professor de Medicina Veterinária Cláudio Yudi Kanayama, o animal nasceu há dois meses, mas o defeito foi descoberto na fase adulta, há cerca de um mês.
Kanayama diz que é a primeira vez que um caso como esse é registrado no Ranário da Uniube, que funciona desde 1997 e é usado para fins acadêmicos. Os dois membros adicionais estão localizados juntamente com o membro direito do animal.
As causas para o aparecimento das patas "extras" serão estudados. "Há casos descritos em livos especializados que foram provocados por fatores genéticos e fatores externos, como contraste de temperatura durante o desenvolvimento, a incidência de luz ultravioleta e contaminação, por exemplo", afirma Kanayama. "Vamos começar a analisar os membros adicionais."

Publicada em 20/12/2007

Curiosidades 3


AS piores aberraçoes da natureza
















Exemplar empalhado de um pássaro, desenvolvido, com 2 cabeças

























Estranha tartaruga com enorme pescoço e rabo.Não é um animal desconhecido, mas sim uma anomalias genética.Publiquei nesta seção para que os leitores vejam que as vezes os animais mais conhecidos acabam virando monstros.

PUBLICADO POR ERICK ROBSON















































Cobra.zebra,aranha



Nota: Esta página é sobre o animal. Se procura outros significados da mesma expressão, consulte Cobra (desambiguação).
Cobra

Classificação científica
Reino:
Animalia
Filo:
Chordata
Classe:
Reptilia
Ordem:
Squamata
Subordem:
Serpentes
Distribuição geográfica

Azul: cobras marinhas, preto: cobras terrestres
Superfamílias e Famílias
Typhlopoidea (Scolecophidia)
Anomalepididae
Leptotyphlopidae
Typhlopidae
Henophidia (Boidea)
Aniliidae
Anomochilidae
Boidae
Bolyeriidae
Cylindrophiidae
Fonedeouvidae
Loxocemidae
Pythonidae
Tropidophiidae
Ungaliophiidae
Uropeltidae
Xenopeltidae
Xenophidia (Colubroidea = Caenophidia)
Acrochordidae
Atractaspididae
Colubridae*
Elapidae*
Hydrophiidae*
Viperidae*
* Venenosas
As cobras ou ofídios são
répteis poiquilotérmicos (ou pecilotérmicos) sem patas, pertencentes à sub-ordem serpentes, bastante próximos dos lagartos, com os quais partilham a ordem Squamata. Há também várias espécies de lagartos sem patas que se assemelham a cobras, sem estarem relacionados com estas. A atração pelas cobras é chamada de ofiofilia, a repulsão é chamada de ofiofobia. O estudo dos répteis e anfíbios chama-se herpetologia (da palavra grega herpéton que significa "aquilo que rasteja" - em especial, serpentes).
Índice[
esconder]
1 Evolução
2 Alimentação
3 Pele
4 Sentidos
5 Órgãos internos
6 Locomoção
7 Reprodução
8 Cobras venenosas
9 Sobrevivência a picadas de cobras venenosas
10 Classificação
11 Ligações externas
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Evolução
As cobras estão mais profundamente relacionadas a
lagartos varanóides, muito embora não haja uma identificação mais clara sobre qual seria o grupo de varanóide mais relacionado evolutivamente. Os grupos de lagartos varanóides mais provavelmente relacionados com serpentes são provavelmente os das famílias Lantanotidae e Mossassauridae.

Alimentação
Todas as cobras são
carnívoras, comendo pequenos animais (incluindo lagartos e outras cobras), aves, ovos ou insetos. Algumas cobras têm uma picada venenosa para matar as suas presas antes de as comerem. Outras matam as suas presas por estrangulamento. As cobras não mastigam quando comem, elas possuem uma mandíbula flexível, cujas duas partes não estão rigidamente ligadas (ao contrário da crença popular, elas não desarticulam as suas mandíbulas), assim como numerosas outras articulações do seu crâneo, permitindo-lhes abrir a boca de forma a engolir toda a sua presa, mesmo que ela tenha um diâmetro maior que a própria cobra.

Serpente da espécie Pantherophis guttatus a engolir um rato
As cobras ficam entorpecidas, depois de comerem, enquanto decorre o processo da
digestão. A digestão é uma atividade intensa e, especialmente depois do consumo de grandes presas, a energia metabólica envolvida é tal que na Crotalus durissus, a cascavel mexicana, a sua temperatura corporal pode atingir 6 graus acima da temperatura ambiente. Por causa disto, se a cobra for perturbada, depois de recentemente alimentada, irá provavelmente vomitar a presa para tentar fugir da ameaça. No entanto, quando não perturbada, o seu processo digestivo é altamente eficiente, dissolvendo e absorvendo tudo excepto o pêlo e as garras, que são expelidos junto com o excesso de ácido úrico.
Por norma, as serpentes não costumam atacar seres humanos, mas há exemplos de crianças pequenas que têm sido comidas por grandes
jibóias. Apesar de existirem algumas espécies particularmente agressivas, a maioria não atacará seres humanos, a menos que sejam assustadas ou molestadas, preferindo evitar este contacto. De facto, a maioria das serpentes são não-peçonhentas ou o seu veneno não é prejudicial aos seres humano

Pele
A
pele das cobras é coberta por escamas. A maioria das cobras usa escamas especializadas no ventre para se mover, agarrando-se às superfícies. As escamas do corpo podem ser lisas ou granulares. As suas pálpebras são escamas transparentes que estão sempre fechadas. Elas mudam a sua pele periodicamente. Ao contrário de outros répteis, isto é feito em apenas uma fase, como retirar uma meia. Pensa-se que a finalidade primordial desta é remover os parasitas externos. Esta renovação periódica tornou a serpente num símbolo de saúde e de medicina, como retratado no bastão de Esculápio. Em serpentes "avançadas" (Caenophidian), as escamas da barriga e as fileiras largas de escamas dorsais correspondem às vértebras, permitindo que os cientistas contem as vértebras sem ser necessária a dissecação.

Sentidos
Apesar da
visão não ser particularmente notória (geralmente sendo melhor na espécie arboreal e pior a espécie terrestre), não impede a detecção do movimento. Para além dos seus olhos, algumas serpentes (crotalíneos - ou cobras-covinhas - e pítons) têm receptores infravermelhos sensíveis em sulcos profundos entre a narina e o olho que lhes permite "verem" o calor emitido pelos corpos. Como as serpentes não têm orelhas externas, a audição consegue apenas detectar vibrações, mas este sentido está extremamente bem desenvolvido. Uma serpente cheira usando a sua língua bifurcada para captar partículas de odor no ar e enviá-las ao chamado órgão de Jacobson, situado na sua boca, para examiná-las. A bifurcação na língua dá à serpente algum sentido direccional do cheiro.

Órgãos internos
O
pulmão esquerdo é muito pequeno ou mesmo ausente, uma vez que o corpo em forma tubular requer que todos os orgãos sejam compridos e estreitos. Para que caibam no corpo, só um pulmão funciona. Além disso muitos dos órgãos que são pares, como os rins ou órgãos reprodutivos estão distribuídos ao longo do corpo em que um está à frente do outro, sendo um exemplo de excepção da simetria bilateral .

Locomoção

Jararacuçu-do-brejo se locomovendo na areia da estrada (comprimento 2 metros)

Jararacuçu-do-brejo, seqüência da locomoção.
As cobras usam quatro métodos de locomoção que lhes permitem uma mobilidade substancial mesmo perante a sua condição de répteis sem pernas.
Todas as cobras têm a capacidade de ondulação lateral, em que o corpo é ondulado de lado e as áreas flexionadas propagam-se posteriormente, dando a forma de uma onda de
seno propagando-se posteriormente.
Além disto, as cobras também são capazes do movimento de concertina. Este método de movimentação pode ser usado para trepar árvores ou atravessar pequenos túneis. No caso das árvores, o tronco é agarrado pela parte posterior do corpo, ao passo que a parte anterior é estendida. A porção anterior agarra o tronco em seguida e a porção posterior é propelida para a frente. Este ciclo pode ocorrer em várias secções da cobra simultaneamente (este método originou a afirmação errônea de que as cobras "andam nas próprias costelas"; na verdade as costelas não movem para frente e para trás em nenhum dos 4 tipos de movimento). No caso de túneis, em vez de se agarrar, o corpo comprime-se contra as paredes do túnel criando a fricção necessária para a locomoção, mas o movimento é bastante semelhante ao anterior.
Outro método comum de locomoção é locomoção rectilínea, em que uma cobra se mantém recta e se propele como de uma mola se tratasse, usando os músculos da sua barriga. Este método é usado normalmente por cobras muito grandes e pesadas, como
pítons e víboras.
No entanto, o mais complexo e interessante método de locomoção é o zig-zag, uma locomoção ondulatória usada para atravessar lama ou areia solta.
Nem todas as cobras são capazes de usar todos os métodos. A velocidade máxima conseguida pela maioria das cobras é de 13 km/h, mais lento que um ser humano adulto a correr, excepto a
mamba-negra que pode atingir até 20 km/h.
Nem todas as cobras vivem em terra; cobras marítimas vivem em mares tropicais pouco profundos.

Reprodução
As cobras usam um vasto número de modos de reprodução. Todas usam fertilização interna, conseguida por meio de
hemipénis bifurcados, que são armazenados invertidamente na cauda do macho. A maior parte das cobras põe ovos e a maior parte destas abandona-os pouco depois de os pôr; no entanto, algumas espécies são ovovivíparas e retém os ovos dentro dos seus corpos até estes se encontrarem prestes a eclodir.
Recentemente, foi confirmado que várias espécies de cobras desenvolvem os seus descendentes completamente dentro de si, nutrindo-os através de uma
placenta e um saco amniótico. A retenção de ovos e os partos ao vivo são normalmente, mas não exclusivamente, associados a climas frios, sendo que a retenção dos descendentes dentro da fêmea permite-lhe controlar as suas temperaturas com maior eficácia do que se estes se encontrassem no exterior.

Cobras venenosas

Cobra em posição de ataque.
Embora apenas um quarto das cobras sejam venenosas, muitas das espécies são letais aos humanos. Estas cobras letais são geralmente agressivas e seus venenos podem matar um adulto saudável, se este não for devidamente tratado no período de algumas horas.
As cobras venenosas são classificadas em quatro
famílias taxonómicas:
Elapidae - najas, mambas, cobras-coral, etc.
Viperidae - cascavel, jararaca, surucucu, víbora-cornuda, víbora-de-seoane, etc.
Colubridae - cobra-rateira, nem todas venenosas.
Hydrophiidae
Em
Portugal, apenas existem espécies de duas destas famílias - Colubridae e Viperidae. Apenas três espécies merecem referência como perigosas para o Homem: a cobra-rateira, a víbora-cornuda e a víbora-de-seoane. Os casos de mordeduras fatais conhecidos são raros e ocorreram principalmente em indivíduos debilitados, idosos, doentes ou crianças. Existem antídotos específicos para o veneno destas espécies.

Sobrevivência a picadas de cobras venenosas
Há pouca razão para temer a morte devido à mordedura de cobras. Apenas um quarto das cobras é venosa, e dentre as 7000 mordidas de cobras registradas na América por ano, menos de 15 vítimas morrem. No entanto, se você for mordido por uma cobra, há certos procedimentos a seguir. Primeiramente, distancie-se da cobra agressora. Segundo, localize um ou dois ferimentos puntiformes em seu corpo. Se o local da mordida começar a inchar ou doer muito, então você foi envenenado. Se possível, mantenha o ferimento abaixo do nível do coração e rapidamente procure auxílio médico. O veneno em si normalmente não o matará, mas exacerbar-se enquanto envenenado pode ser fatal. Não amarre o local da mordida para impedir que o veneno espalhe-se, pois a falta de
circulação sanguínea pode matar o local. Além do mais, o veneno espalha-se por seu sistema circulatório quase que instantaneamente quando é injetado. Apesar da crença popular, não se pode sugar o veneno da cobra usando-se a boca.

Classificação
Subordem Serpentes
Superfamília Typhlopoidea (Scolecophidia)
Família
Anomalepididae
Família
Typhlopidae (Cobras cegas)
Família
Leptotyphlopidae /Glauconiidae
Superfamília Henophidia (Boidea)
Família
Aniliidae /Ilysiidae: falsa-coral brasileira
Família
Anomochilidae
Família
Fonedeouvidae
Família
Boidae: jibóias
Família
Pythonidae: pítons
Família
Bolyeridae:
Família
Cylindrophiidae
Família
Loxocemidae: jibóia mexicana
Família
Tropidophiidae
Família
Ungaliophiidae (boas anãs)
Família
Uropeltidae
Família
Xenopeltidae
Superfamília Xenophidia (Colubroidea = Caenophidia)
Família
Acrochordidae
Família
Atractaspididae
Família
Colubridae
Família
Elapidae: cobra coral
Família
Hydrophiidae: cobra do mar
Família
Viperidae: víboras



Zebras

As zebras são mamíferos, membros da mesma família dos cavalos, os equídeos, nativos da África central e do sul. A pelagem deste animal consiste num conjunto de listras contrastantes de cor, alternadamente, marrom-escura e branca, dispostas na vertical, exceptuando nas patas, onde se encontram na horizontal.
As zebras não atacam sem qualquer motivo, apenas quando é necessário defender-se. São, muitas vezes, as presas preferidas dos
leões.
É nas
savanas africanas onde as zebras habitam. Encontram-se distribuídas por famílias: macho, fêmeas e filhotes. Estes animais, por serem atacados habitualmente por leões, podem se tornar animais extremamente velozes, pois para fugirem dos predadores, utilizam apenas um meio: a fuga. As listras das zebras vão escurecendo com a idade, e estes animais, embora se pareçam, não são todos iguais.
Apesar de parecerem todas iguais, as espécies de zebra existentes não são estreitamente relacionadas umas com as outras. As zebras-de-grevy têm origem de animais diferentes (de outro subgênero) daqueles que originaram as zebras-das-planícies e as zebras-das-montanhas.
Não se encontram à beira da extinção, embora a zebra-das-montanhas esteja ameaçada. A subespécie de zebra-das-planícies conhecida como
cuaga (do inglês quagga, que designa o som que o animal produzia cuahaa), Equus quagga quagga, está extinta, mas projetos de cruzamento entre zebras com coloração semelhante pretendem criar um padrão de cores semelhante ao dela.

[editar] Espécies de zebra
Subgênero Dolichohippus
E. (Dolichohippus) enormis - espécie
norte-americana (extinto)
E. (Dolichohippus) grevyi - Zebra-de-grevy
E. (Dolichohippus) koobiforensis (extinto)
E. (Dolichohippus) numidicus (extinto)
E. (Dolichohippus) oldowayensis (extinto)
Subgênero Quagga
E. (Quagga) capensis - Zebra-gigante-do-cabo (extinto)
E. (Quagga) mauritanicus (extinto)
E. (Quagga) quagga - Zebra-das-planícies
E. (Q.) q. antiquorum - Zebra-de-burchell
E. (Q.) q. burchelli - Zebra-de-burchell
E. (Q.) q. boehmi - Zebra-de-boehm
E. (Q.) q. chapmanni - Zebra-de-chapmann
E. (Q.) q. foai - Zebra-de-foa
E. (Q.) q. granti - Zebra-de-grant
E. (Q.) q. quagga -
Cuaga (extinto)
E. (Q.) q. wahlbergi - Zebra-de-wahlberg
Subgênero Hippotigris
E. (Hippotigris) zebra - Zebra-das-montanhas
E. (H.) z. hartmannae - Zebra-de-hartmann
E. (H.) z. zebra - Zebra-do-cabo .


Aranhas


Ao contrário do que muitos pensam, as aranhas não são insetos.Juntamente com os escorpiões, os carrapatos e os ácaros, as aranhas pertencem à classe dos aracnídeos e ao filo dos artrópodes, que inclui, além dos aracnídeos, a classe dos insetos, dos crustáceos e outras.
Origem da palavra aranha:Foi o vocábulo grego aráchneque deu origem à palavra aranha e ao termo aracnídeo, que designa a classe à qual pertencem esses pequenos animais.Os artrópodes possuem esqueleto externo -- exosqueleto, uma estrutura dura, quitinosa, que reveste seu corpo. Os aracnídeos são artrópodes sem antenas, com quatro pares de patas torácicas e um par de palpos. Respiram por meio de filotraquéias, pulmões foliares, como páginas de um livro. Seu corpo é dividido em cefalotórax e abdômen. As aranhas se distinguem de outros aracnídeos por terem a cabeça e o tórax separados do abdômen por uma estreita cintura.
Todas as aranhas produzem seda, mas só algumas constroem teias para capturar os animais de que se alimentam. As outras usam as teias como moradas e para proteger seus ovos.
Todas as aranhas possuem glândulas produtoras de veneno, porém muito poucas são perigosas para os humanos. As aranhas são carnívoras e alimentam-se apenas de líquidos: elas cospem, exsudam ou injetam sucos digestivos em suas presas e depois sorvem o caldo resultante.
A maior de todas as aranhas que se conhecem é a aranha Golias, cuja fêmea é capaz de atingir, quando adulta, cerca de 25 cm, incluindo as pernas. E existem aranhas tão pequenas que seu corpo não atinge sequer 1 milímetro.
Ecdise (mudança de pele)
As aranhas precisam trocar de pele periodicamente, de 5 a 7 vezes, durante o período de crescimento. Aranhas que vivem muito, como as tarântulas, que vivem até 25 anos, trocam de pele a cada ano. Mesmo depois de terem crescido o suficiente, a pele precisa ser trocada porque fica gasta. A aranha apresenta o corpo dividido em uma parte anterior, o cefalotórax ou prosoma, e uma parte posterior, o abdômen ou opistosoma, ligados por uma estreita haste, o pedúnculo. O conjunto de cabeça e tórax é revestido externamente por uma carapaça quitinosa.
As quelíceras constituem o primeiro par de apêndices da cabeça e constituem-se de dois segmentos, um largo e forte, chamado basal, e o terminal, em forma de garra ou ferrão. O ferrão é feito de quitina espessa, geralmente negra, e termina em ponta muito fina. As garras de uma aranha são usadas para segurar, picar e triturar a presa. A maioria das aranhas usa veneno para matar suas presas. Na ponta das garras ficam duas estruturas semelhantes a seringas, ocas e pontiagudas, usadas para picar o corpo da presa e injetar o veneno, que é produzido em glândulas especiais.
O segundo par de apêndices da cabeça é formado pelos palpos, que têm aspecto semelhante ao das pernas e são formados pelas seguintes partes: coxa, trocânter, fêmur, patela, tíbia e tarso.
A boca da aranha se situa entre os palpos. Entre a boca e o estômago existe uma estrutura formada de milhares de pê
los finos, que funcionam como um sensível filtro, onde só partículas menores que 1 µm são capazes de capazes de passar. Com isso, a aranha é protegida da entrada de bactérias, vírus e outras formas de vida nocivas a ela.
A maioria das aranhas têm 8 olhos. Algumas têm 6, 4 ou 2 olhos, ou mesmo nenhum. Algumas aranhas de caverna são cegas.
O tórax, como a cabeça, também é coberto, na parte dorsal, pela carapaça. Na parte ventral, fica o esterno, que se estende desde o lábio até as coxas dos quarto par de pernas. Nas Caranguejeiras, muitas vezes, se observam 4 pares de manchas sem pêlos, as sigilas. Os 4 pares de pernas apresentam, cada um, as seguintes articulações: coxa, trocânter, fêmur, patela, tíbia, metatarso e tarso com 2 ou 3 garras.
Em muitas Caranguejeiras (Grammostola, Acanthoscurria, Lasiodora, etc.) existem aparelhos estridulantes, ou seja, capazes de emitir som áspero e agudo, situados na face anterior das coxas ou dos trocânteres do primeiro par de pernas, assim como na face posterior das mesmas articulações dos palpos.
Em alguns tipos de aranhas que constroem teias, na face superior dos metatarsos há uma ou duas filas de cerdas chamadas calamistro, que funcionam como um pente para a colocação de "certos fios, que se entrelaçam como 'fios de crochet'" (Wolfgang Bücherl, As Aranhas).
Abdômen
O abdômen tem forma ovóide e envoltório quitinoso tão tenro que pode se dilatar -- o que acontece depois de um farto repasto ou para desenvolvimento de ovos -- ou pode se enrugar, como acontece durante um jejum prolongado.
O aparelho respiratório das aranhas funciona por meio de pulmões (pulmões foliares) e por traquéias. Existem aranhas que têm apenas pulmões e aranhas que têm apenas traquéias. A maioria tem ambos os tipos.
As aranhas possuem circulação de sangue em seu organismo. É um sangue incolor, chamado hemolinfa, que além de transportar nutrientes, hormônios, oxigênio e células, serve também para elevar a pressão durante a muda (desprendimento da pele velha). O coração situa-se na parte dorsal do abdômen.
Os pêlos e setas ocos e inervados, ao longo de toda a superfície do corpo, formam os órgãos do tato. Os pêlos longos e finos, localizados principalmente nos tarsos e metatarsos das pernas e palpos, podem transmitir às aranhas qualquer rajada de vento ou sopro.
As fiandeiras são os órgãos de tecelagem e situam-se no final do abdômen, antes do ânus. Podem ser em número de duas, quatro ou seis. Nos ápices das fiandeiras e em seus declives laterais fica o campo tecedor, sobre os quais localizam-se as fúsulas, tubos quase microscópicos, por onde sai o líquido das glândulas produtoras de seda. Este líquido solidifica-se em contato com o ar, para formar os fios de seda.